Fonte: http://g1.globo.com
Uma pergunta todos os síndicos fazem: como cobrar a dívida dos moradores inadimplentes? Essa dívida causa um buraco no orçamento dos prédios e prejudica quem paga a conta em dia. Especialistas disseram que há formas de receber esse dinheiro depressa. O acordo é um deles e é bem melhor do que envolver a Justiça, que já está superlotada.
Nos últimos anos, em São Paulo, o número de ações judiciais para cobrança de condomínio até caiu, mas em alguns meses esse número aumenta. Em julho, por exemplo, cresceu 20% por causa das férias e das compras de material escolar.
Quando alguém não paga o condomínio, os outros moradores são penalizados.
Entrar com uma ação para cobrar o devedor pode demorar. Os moradores de um prédio no Morumbi, bairro nobre de São Paulo, tentam desde 2000 receber na Justiça os condomínios em atraso. Já se passaram 11 anos, surgiram novos inadimplentes e novos processos, mas até agora nem um único centavo foi pago ao condomínio.
O síndico Avio Lavagetti diz que as dívidas acumuladas chegam a R$ 330 mil. É o valor de um apartamento no prédio. “Isso atrapalha em tudo o condomínio. Quando se tem de fazer uma reforma, você não tem dinheiro no caixa”, conta.
Em São Paulo, as ações contra devedores em condomínios têm diminuído. Nos primeiros sete meses deste ano, houve queda de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) diz que um dos motivos é uma lei estadual, de 2008, que permite ao condomínio protestar a dívida em cartório.
O advogado Márcio Rachkorsky, especialista em condomínios, diz que até 70% das dívidas em prédios são pagas sem precisar entrar na Justiça. Ele sugere três caminhos para o síndico: cobrar o morador já no primeiro mês de atraso e não deixar a dívida se acumular; em um fim de semana montar um plantão de cobrança no salão de festas e tentar um acordo; por último, protestar o devedor em cartório.
“Quem tem um protesto, aí o impacto é enorme. Perde cheque especial, cartão de crédito, fica com nome sujo no Serasa e no SPC. Então, o impacto é grande do protesto e aí incentiva um pouquinho mais do devedor a ir correndo pagar seu débito”, acrescenta o advogado Márcio Rachkorsky.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), antes da lei que autorizou o protesto desse tipo de cobrança, a inadimplência chegava a 15% ao mês em alguns condomínios. Hoje esse número é de cerca de 6%.
Multa de até R$ 3 mil para os...
IPTU teve reajuste de 6,56%
Guias do IPTU e Taxa...
Na hora da compra é preciso se...
Projeto prevê que compra da...
Taxa de incêndio fica 6,56%...
Cobrança de taxa de iluminação...
Áreas de lazer conservadas...
Condomínios têm até 31 de...
Passa a 5 anos limite de d...
Áreas centrais do Rio aquecem...
Participe da campanha “10...
Dicas de especialista para a...
Condomínios lutam para...
Regulamento de condomínio deve...
Lei estadual que regula...
Preço do metro quadrado sobe...
Preservar o patrimônio e a...
Todos os condomínios deverão...
Aluguel do topo para antenas -...
Polêmica nos condomínios: uso...
Negociação entre inquilino e...
Veja como os condomínios...
Aumenta venda de imóveis para...
Vagas de garagem: pouco espaço...
Boom imobiliário impulsiona a...
Certificação digital é usada...
Dicas para evitar problemas...
Estou devendo condomínio, mas...
Seguro contra incêndio é...
Dicas para quem vai comprar um...
Cuidar de pagamento é dever de...
Inadimplência de aluguel...
Hidrômetros individuais ajudam...
Aperto no IPTU
STF: Vale acordo coletivo...
Cuidados com a manutenção dos...
Veja dicas para evitar...
Novas construções deverão ter...
Tecnologia a favor da seguran...
Matriz
Avenida Rio Branco 108, 29º e 30º
Centro, Rio de Janeiro, RJ
+55 (21) 4501-2200
Filial Barra
Rua Gildásio Amado 55, 1207
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ
+55 (21) 2493-5448
+55 (21) 2493-5592 (FAX)